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Postagens

Diário de uma "blogueira" sumida parte #1

Olá meus caros leitores, Primeiramente devo pedir desculpas a todos vocês pelo meu sumiço. Se existiam uma, duas ou três pessoas que liam esta página - e agora não devem mais ler - peço perdão pela minha falta de consideração. De fevereiro para cá minha vida deu uma guinada e a correria foi tamanha que mal deu tempo de parar para escrever algo sobre.  Por isso, para tentar resumir por meses tudo que eu vivi Então, lá vai:  #Fevereiro: Tirei férias do meu estágio, fui para Santa Catarina e vivi os 7 dias mais divertidos da minha vida. Meu namorado e eu conhecemos muitas praias, restaurantes, pessoas e nos divertimos muito. Lá, pude refletir muitas coisas e principalmente se eu devia continuar me apegando tanto àquele estágio que só estava causando desgosto. Neste mesmo mês fiz uma entrevista para desenvolvedora júnior em duas empresas situadas no mesmo prédio. #Março: Volto das férias com a duas propostas de emprego. Aceito uma e saio do meu estágio para esta vaga CLT. Grandes respons…
Postagens recentes

2017 x 2018 : O que eu esperava, como foi e como será

Olá meus caros leitores. Pois bem, eu não morri, não terminei meu namoro, não desisti da faculdade e nem pedi demissão do meu emprego. Sim, eu venci 2017. Com dores de cabeça, medo de assalto e uma leve tendência a depressão, mas venci. 2017: o que esperei? Vamos verificar se aqui no blog existe alguma publicação sobre o assunto. Então, encontrei uma publicação sobre o final do ano onde eu me comprometia em tirar melhores conceitos no ano seguinte e conseguir um novo emprego. De fato, isso ocorreu. Esperei também coisas como, uma facilidade maior em lidar com os problemas e uma alegria interior que contagiasse as pessoas. Planejei também continuar no grupo de jovens e ser catequista, se isso aconteceu? Não. E o motivo? Não sei, mas esse cansaço interior que tanto eu reclamava em 2016, não melhorou nem um pouco em 2017.
2017: como foi? Como profissional foi o ano mais fantástico da minha vida. Aprendi muito, desenvolvi minha liderança, fiz novas amizades e me dediquei inteiramente ao tr…

Para o que servem estas merdas de comemorações?

Um ano de namoro. Uma bosta de um ano de namoro.
Sei lá, parece que as atitudes mais recentes acabam tornando a outra pessoa um monstro. Sou assim, eu apago as boas atitudes realizadas no passado e só prezo pelas merdas atuais.

Um ano de namoro. Uma bosta de uma comemoração.
Sábado, eu saio do trabalho mais cedo, peço ao meu pai uma mega carona que cruza três cidades para que eu chegue na casa dele, para que no domingo, nós pudéssemos comemorar. E o que eu tenho? Uma bosta de comemoração.

Ele resolve ir pedalar com o primo. Promessa: 1h e 30m no máximo. E o que nós temos? 3h e 15min, simplesmente fazendo com que eu espere uma tarde inteira. Não tenho vontade de falar com ele. Não quero mais comemorar. Que se exploda. Que se dane. Que se foda.

Não tem o que comemorar. Não tem o que achar graça. Não tem o que pensar. Isso é uma falta de consideração, uma falta de respeito.
Eu poderia estar fazendo coisas melhores, podia estar com os meus pais, caminhando em um lindo lugar, assistindo fi…

A fase "I'm dead inside" do ano

Olá meus caros leitores,    Antes de mais nada quero deixar bem claro que não ocorreu nenhuma crise de ideias para o blog e sim, a falta de tempo que me impossibilitou de escrever. Por isso, vou tentar resumir algumas situações em tópicos (isso é minimizar algo profundo - enfim, terá que ser desta forma mesmo) para que vocês estejam a par dos últimos acontecimentos da minha vida (como se fossem muito importantes). 

   Até que ponto chega a nossa paciência e a capacidade de enxergar uma perspectiva positiva diante de situações tão obscuras em nossa vida?     Como se tornar uma pessoa estável em meio a tantas "sacanagens" que a vida lhe "prega"?  "Tudo isso e muito mais você NÃO vai ver no Globo Repórter."
   Vamos ao que interessa.   Em certos períodos do ano, como sempre, existe aquele período em que estou "morrendo por dentro" ("I'm dead inside" deve lembrar alguma coisa ao leitor assíduo desta humilde página). E em 2017 não es…

Como as coisas se repetem

Por mais que o tempo passe, os momentos e o contexto de sua vida mudem, sempre há aquela situação você tem uma pequena impressão de que há fatos se repetindo. E foi exatamente isto que aconteceu comigo nesta semana.    Começamos o semestre, matéria: Projeto e Desenvolvimento. Trata-se basicamente de uma disciplina onde se desenvolve um projeto de software, em grupo e são realizadas entregas contínuas de pequenas de partes do projeto, culminando no fim do semestre na entrega do sistema completo. A formação destes grupos deu-se através de um formulário no qual preenchemos e professora fez uma espécie de junção entre os interesses de cada um.     Eu estava bem ansiosa para o momento em que ela divulgasse esses grupos, pois, eu tinha apenas duas restrições: duas pessoas que eu tenho pavor e que já foram minhas colegas anteriormente. De fato, aquelas pessoas me causam pânico e uma verdadeira repulsa.     E na hora fatídica da divulgação dos grupos, eis que a professora chama o primeiro g…

Estratégia de leitura de "O nome da Rosa"

Olá meus caros leitores,    Faz um bom tempo que não escrevo sobre livros que estou lendo. No momento, estou na leitura de dois livros: "A noite das bruxas" de Agatha Christie e "O nome da Rosa" de Umberto Eco.    Confesso que esta segunda obra está me dando uma grande dor de cabeça para finalizar a leitura. Motivo 1: porque eu sou uma leitora fracote que não está conseguindo ler mais de vinte páginas diárias. Motivo 2: porque eu sempre acho conveniente tirar uma soneca.    A obra é boa, muito boa, tem uma história envolvente, um cenário fascinante (Idade Média) e todo um contexto bem misterioso. Mesmo com uma linguagem mais antiga, é entendível e tem momentos que você se diverte com os comentários dos monges. Mas infelizmente não estou no meu melhor momento para leitura.     Por isso, resolvi adotar uma nova estratégia, na qual se baseia nos seguintes princípios: Ler em qualquer momento livre que surgir;Ler em qualquer local da casa;Deixar um pouco das séries d…

Da vida nos meses de Junho e Julho

Olá meus caros leitores,   Fazia muito tempo que não surgia uma nova postagem nestas humildes páginas do meu blog. Motivo: Muitos rascunhos, mas pouca certeza de que realmente era um bom texto.    E agora, dane-se se este texto será bom ou não, simplesmente quero escrever.   Como havia comentado anteriormente (não tenho absoluta certeza), no mês de abril fui vítima de um assalto. Fiquei amedrontada sim, mas até aí tratava-se de uma atitude esperada tendo vista da situação que passei . O problema foi que um mês e meio depois, comecei a ter crises de pânico no ônibus, em qualquer dia, qualquer horário, com qualquer pessoa que fosse (na verdade, existem alguns requisitos para que eu sinta medo da pessoa, por exemplo, ela deve ser: homem, usar boné, entrar rapidamente no ônibus e sentar nos últimos bancos).     Talvez vocês ainda não estejam entendendo como funciona as minhas crises de pânico, mas vou tentar explicar de forma bem resumida: se eu sou a primeira pessoa a embarcar no ôni…