Sobre as novas perspectivas e eis que de repente penso que tudo vai dar certo

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   Pois bem meus caros leitores, acho que a minha vida está dando uma virada. Para melhor ou para pior? Não sei, mas acredito que através da sua breve leitura em meu texto você possa dar sua real opinião a respeito.
   Então o menino de 15 anos há três semanas atrás se declarou e disse que me ama. Sim, eu tentei pensar que era tudo mentira e que eu estava sendo enganada por ele, mas de fato, depois da experiência que ele viveu, os sentimentos são totalmente reais e não tenho mais dúvida disso. E eu sinto que estou gostando dele também.
   Dois mil e dezesseis, eu namorando, em dois mil e dezesseis? (desculpem a redundância, mas meu cérebro pensou desse jeito )
   Daí eu começo a pensar se isso é bom ou é ruim. Na verdade, não estou namorando ainda, mas tudo se configura para que antes do dia 31 de dezembro eu esteja com um anelzinho medíocre de compromisso. E por que eu começo a pensar que isso é ruim?
   Porque desde de 1996 (quando eu nasci) eu me ferro nesse lance amoroso. Desde a época em que eu tinha 4 anos de idade e me apaixonei pelo padeiro-gato-e-jovem do armazém perto de casa, aquilo não vingou, não durou (por mais que fosse algo platônico). Por isso, a nuvem de desesperança amorosa paira sobre mim, principalmente pelo meu temperamento anormal e estranho, que faz com que eu tenha vários amigos, mas que não me torna uma pessoa atraente.
   Mas enfim, um rapaz se atraiu, por que não ir em frente? Eu sempre arranjo desculpas para não acreditar nos sentimentos alheios. E eu sei que está na hora de dar um passo a mais e agir como uma pessoa normal. Pessoas normais namoram, beijam em público, não tem vergonha de serem o que são um pro outro. E eu preciso entender que isso faz parte da vida de muitos seres humanos (exceto aqueles que escolheram não viver isso). 
   De fato, eu preciso parar de pensar que minha vida é ferrada desde de 1996 e começar a agradecer as coisas boas de Deus me deu. Pode ser que esse garoto seja o cara da minha vida, de repente, podemos ter um futuro juntos (de repente é - pode ser, sem ilusões profundas de morar com ele na França) ou podemos simplesmente nos conhecermos este ano e perceber que tudo passa de uma amizade fofa e repleta de Glitter.
   Tudo pode ser e tudo pode acontecer por isso só me resta rezar e acreditar que boas novas estão por vir ...
E isso é tudo pessoal!


Sobre gerenciar meu tempo ...

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    Comecei a escrever um texto ... comecei a acreditar que ele estava péssimo. Comecei a odiar o que estava escrevendo e então parei de escrever. (realidade do mês de Junho).

   Por que na minha vida eu não consigo ser constante com nada? Normalmente eu começo algo e mudo de forma repentina. Por que não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo?
   Vamos para exemplos mais práticos, para que você, caro leitor, seja capaz de entender o que se passa em minha mente doentia. No início do ano eu comecei a ler loucamente muitos livros (literatura inglesa, nacional, enfim, quem lê o blog sabe)  - porque eu tinha tempo e estava louca para largar a TI. E agora que estou concluindo o terceiro semestre da faculdade e com a falta de tempo mal consigo ler e falta ânimo também.
   Por que é tão difícil mesclar as duas coisas?
   Hoje eu estava assistindo a duas apresentações de TCC do meu curso. Ótimas apresentações, todas elas tiraram conceito A, o porém de tudo isso é que me bateu um grande desespero. Esse dia vai chegar: o TCC. E eu preciso ir mais a fundo e parar com essa minha postura hipócrita de que sei tudo e ir muito mais além dessa superficialidade de conhecimento.
   TCC é ir muito longe do que se aprendeu. É buscar tecnologias novas, é pesquisar no Google e ir até a página 8 das buscas, é fazer algo totalmente novo. E mesmo faltando um ano e meio para esse momento chegar, penso que ainda não estarei pronta. 
   Por isso, só me resta devorar apostilas, livros e vídeo aulas sobre linguagens de programação, API's, metodologias de desenvolvimento de software, cursos de inglês, enfim, uma infinidade de coisas que ainda me faltam para que eu possa começar a desenvolver uma ideia. 
   Bom, mas voltando ao assunto que eu iniciei no post, eu apenas gostaria de ser uma profunda conhecedora da literatura e inglesa, além de ser uma competente analista e desenvolvedora de sistemas. Queria que o dia tivesse 32h  para que eu pudesse fazer tudo isso e mais um pouco. Mas neste momento, com a realidade atual - de um dia ter 24h - eu terei que escolher ser uma boa analista e desenvolvedora de sistemas. 

Bates Motel

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 Um filme e uma série, ambos unidos por duas coisas: Norman Bates e Motel Bates. 
    De fato a série "Bates Motel" é muito boa e posso comprovar isso através da velocidade com a qual eu consegui assistir as três temporadas em um mês de provas e fim de semestre, mas sim, eu consegui. Pois, havia muitos anos que não assistia uma série tão envolvente que te faz ficar até tarde assistindo - mesmo sabendo no dia seguinte teria que acordar muito cedo. 
     Então, como eu conheci a série? Em tempos de Netflix, tudo que aparece na sua lista de sugestões se torna uma grande sugestão. Porque o Netflix é o melhor amigo dos solteiros que - estão quase namorando, mas isso não vem ao caso. 
        Do que se trata a série? A série retrata a vida do jovem Norman que vive com a sua mãe Norma Bates e que estão inaugurando um hotel - Motel Bates - na região de White Pine Bay. A relação de Norma e Norman é demasiadamente íntima no ponto de vista de muitos e a vida daquela família é cercada de diversos segredos e polêmicas - que se eu contar seria um grande spoiler. No início da série você expectador vai acreditar que Norma Bates é o grande problema daquela família, mas conforme as temporadas vão avançando você percebe que é outra pessoa que causa todos estes problemas. 
       A série é baseada no filme "Psicose" de Alfred Hitchcock, longa lançado em 1960. Inclusive o local em que Norman Bates e sua mãe viviam no filme é idêntico ao local da série. Recomendo que você assista a série e o filme. 

I am dead inside

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Assim como a "felicidade" presente no ambiente da série "The Office"

      Eu quero trocar de emprego. Neste momento, todos vocês devem estar espantados com a minha declaração, pois há alguns posts atrás eu estava na maior infelicidade por estar desempregada. 
    Antes de qualquer coisa eu quero deixar algo bem claro: não quero voltar a ser uma desempregada, quero apenas arranjar um trabalho onde eu possa olhar para uma janela e que eu consiga sentir os raios de sol batendo e me esquentando neste frio terrível do sul, 
    Todas as razões que nos levam a tomar tal decisão partem de uma série de fatores e é por esta razão que começarei a contar para vocês o motivo pelo qual eu quero dar o fora deste lugar.
   Tudo começou no início de junho, mês no qual eu me esforcei muito para realizar os trabalhos finais da faculdade. Realmente, eu me esforcei e percebi que aprendi muita coisa e foi nesse momento que cheguei a conclusão de que mereço algo melhor. Mereço algo onde eu de fato possa colocar tudo que eu aprendi em prática, pois este estágio é para alunos do nível técnico e eu já passei desse nível há muito tempo. 
   Outra questão que me deixou deveras irritada: o fato de eu ser vítima de machismo o tempo todo. Você sabia que quando um homem te explica uma coisa óbvia só por você ser mulher você está sofrendo preconceito? Pois fique sabendo que sim. E se você passa por isso está mais que na hora de dizer aos quatro ventos que este cara está sendo um idiota com você. 
    Semana passada minha turma e eu fomos na empresa 'ThoughtWorks', uma multinacional que desenvolve software e faz consultorias para melhorias do processo da empresa - coisas que só quem é de TI entende. E quado cheguei lá imaginem o meu espanto: o local era claro, bonito, colorido, com uma vista incrível, um sol entrando na janela e liberdade, exatamente isso liberdade. Você faz o seu horário e o que importa é realizar o seu serviço.
   Essa visita me deixou mais triste em relação ao que eu vivo: um local escuro, frio, com computadores velhos, alunos chatos e uma falta de valorização. Pois a cada dia me sinto menos valorizada como profissional, a cada dia retrocedendo em tudo em que eu aprendi e sendo vítima de homens machistas que acham que sabem mais do que eu. 
    Enfim, só peço a Deus que de fato eu caminhe para um rumo melhor, pois eu só estou no meu emprego porque tenho que pagar as 10 prestações do meu notebook novo, senão, já estaria fora. 

Da confusão mental e emocional que estou vivendo

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    E eis que o fim de semestre se aproxima. E dentro dele há pequenas bombas conhecidas como prazos e professores que querem o seu pescoço se caso você não cumpri-los.
   Nada fora da normalidade, principalmente quando você está ciente que sua graduação está chegando cada vez mais próxima da sua conclusão. Sim, falta menos de um ano e meio para eu me formar.   Com tudo isso, mal sobra tempo para você pensar nas suas relações humanas e na sua vida espiritual - infelizmente.
   Mas a vida é sempre uma caixinha de surpresas, onde as pessoas resolvem manifestar seus sentimentos de forma desenfreada nos momentos mais esquisitos possíveis e o meu emocional não está nenhum um pouco acostumado com isso.
   Lembro que citei a vocês aquela história do garoto de 15 anos que eu estava tendo uma quedinha. Pois bem, numa única semana eu tinha certeza que estava apaixonada por ele, na outra ele foi ao cinema comigo e tive a certeza de que gostaria de ficar solteira e na semana seguinte ele declara seu amor por mim e diz que tem uma "pergunta" para me fazer.
   Mas neste momento quem gostaria de fazer a pergunta sou eu: por que esse tipo de pergunta justamente no fim do semestre? Naquele momento em que tudo que eu gostaria era de me recolher e pensar apenas nas pilhas de trabalhos que preciso fazer. Naquele momento em que eu agradeço a Deus por estar sozinha e ter um curto espaço de tempo para dormir. Por que fazer uma pergunta tão delicada, que necessita de tanta reflexão, quando não se tem tempo para poder refletir.
   Tudo isso me deixou demasiadamente confusa, pois ele se declarou hoje. Não sou uma pessoa romântica, mas achei aquilo tão bonito. Foi tão especial a forma com que ele me disse. Foi exatamente como imaginei - assim como eu escrevia nas fan fictions dos blogs que já tive. De fato, foi algo do tipo "awnnnt que amor", mas eu não sei se estou pronta para ter um relacionamento sério.
   Eu almejei isso durante tanto tempo e agora eu simplesmente tenho medo. Medo de ser traída, medo das pessoas não entenderem a nossa diferença de idade, medo de não ter tempo para estar com ele, medo de abandonar os meus gatos, medo do que minha avó vai achar, medo disso atrapalhar meu desempenho na faculdade, enfim, são tantos temores que chega a ficar repetitivo.
   Muitas pessoas têm relacionamentos e conseguem lidar com a situação de estudos, família e amigos. Mas a realidade é que você deixa de ser um bom amigo quando começa a namorar. Você não é mais aquele cara que sempre estará ali, você será apenas o amigo que "estará livre enquanto o meu namorado não chamar", pois é bem assim que funciona, vocês sabem.
    Que Deus me dê muita luz para que nessa semana eu pense na melhor escolha: apenas um cara para beijar ou um namorado?

Reorganizando a minha vida

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Quem sabe ir para o passado para fugir de toda essa situação?
Eu estou em cacos. Cacos do quê? De uma pessoa surtada que está no final do semestre, tentando juntar os pedaços de si mesma. Por quê? Porque é muito chato ser adulta e muito complicado quando você passa mais de dois finais de semana sem fazer os trabalhos da faculdade, e de repente, percebe que tudo se acumulou assim como uma avalanche de tarefas que te tomam um tempo inestimável. 
   Eu gostaria muito de conversar sobre isso, mas não me resta tempo.
   Fiquei semanas sem postar nada no blog, li apenas dois livros no mês de maio - 2 LIVROS, QUE VERGONHA! - acreditei que poderia viver apenas com trechos de poemas e pequenos capítulos de livros, pensando que isso iria me completar. Em maio, eu me senti incompleta. 
   Começo a pensar o que fiz neste mês inteiro e nada que possa ser considerado relevante. Tirando o fato de que eu comecei a conversar mais intensamente com aquela pessoa - que já falei demais nesse blog - e nada mais importante aconteceu. O que eu fiz da minha vida? Um buraco negro a sugou?Porque neste mês parece que não fiz nada de construtivo. 
   Agora vamos ao que estou vivendo no mês de Junho, certo? Tenho 5 trabalhos finais, uma prova e algumas metas literárias para cumprir. Por isso, vamos os deveres mais importantes que devo cumprir:

  • Criar meu aplicativo do trabalho de Sistemas Operacionais
  • Realizar o trabalho sobre acessibilidade
  • Realizar o trabalho de Banco de Dados II
  • Realizar o trabalho de Engenharia de Software
  • Realizar o trabalho final de Ética
  • Estudar para a prova de Engenharia
E agora, as coisas que não devo fazer:
  • Gastar dinheiro com comida
  • Não ficar no What's App com os amigos conversando até altas horas da noite
  • Não usar o telefone durante a aula
  • Não ler livros antes de terminar as tarefas da faculdade
  • Não perder tempo flertando com boys de 5 anos a menos que você
  • Não assistir ao Netflix antes de terminar as tarefas 
  • Não preparar bolo no meio da semana
Acredito que com essas dicas conseguirei organizar a minha vida, tipo uns 94%.